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terça-feira, 3 de março de 2009

O milagre da foto 3x4

Não tem coisa nessa vida que eu odeie mais do que tirar foto 3x4. Você tem que ficar parado, sério, enquanto um desconhecido ajeita a sua cabeça mais para a esquerda. A foto sempre sai horrível. Eu tenho fotos com o cabelo esquisito, com a boca esquisita, com o olho caído, com olheiras. Eu sempre penso em Tyra Banks dizendo aquele câmera loves yooooouuuu. Quando alguém é fotogênico, e tals.

Well, Tyra. Camera hates me. besosmellama

Mas aí o milagre se deu. Pra admissão lá na empresa legal, eu precisava de foto. Convenci minha mãe a me acompanhar, pra segurar a minha mão durante todo o infortúnio. Coloquei maquiagem, harmonizei as cores do meu rosto, botei até rímel. Pra ver se dava liga, o negócio.

E deu.

A foto ficou ótema. Juro. Fiquei chocada.

Eu saí bem na foto 3x4. Eu consegui ver que, ali, naquele quadradinho, era eu.

Eu no meu quadrado.

E eu tipo bonitinha. Foi A experiência.

Mandei fazer logo 18 cópias pra garantir as próximas duas décadas.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Gente, gente!

Preciso falar da Alanis, que confirmou shows no Brasil ano que vem. Mas fica pra amanhã, que hoje eu tô cansada.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

pessoas favoritas no mundo todo

Eu tava aqui fazendo um exercício, em termos de medir os ganhos dos últimos 3 anos. Não ganhos materiais, até porque nem ia ser lá muita coisa. Tava pensando em termos de pessoas. Eu tenho isso de, de vez em quando, me dar conta de que algumas pessoas são minhas favoritas no mundo todo, naquele momento. Muitas das vezes, são pessoas que surgiram recentemente. Tipo, eu começo o ano sem fazer idéia de que fulano existe, e no fim do ano, fulano é pessoa querida por demais, favorita mesmo. Não interessa muito se a amizade vai durar pelo resto da vida, não interessa muito se dali a seis meses a gente vai estar afastado, ou brigando, ou se alfinetando, ou rindo juntos. Eu entendo bem que relações são circunstanciais, e que as pessoas são arranjos temporários.

Em 2006, meus ganhos incríveis foram os amigos do MBA, quatro pessoas que eu pesquei no meio de uma pequena multidão de gente que não me interessava. Rolaram churrascos, rolaram amigos-ocultos, festinhas, chopes, essas coisas que shiny happy people gosta de fazer pra praticar amizade. Faltei a cada um deles. Com orgulho. Eu saia, sim, mas com essas quatro pessoas, quatro amigos queridos que eu mantenho na minha vida até hoje, e que vou encontrar na semana que vem, quando eu pisar no Rio de Janeiro exclusivamente para vê-los. 2006 me trouxe o Veneceous, e isso é algo realmente incrível, porque Veneceous vai comigo, conversando no MSN, debatendo Britney e mortes de maridos da Suzana Vieira, por toda a vida. 2006 me trouxe, ainda, Frá e Bruno e Samuca. Que estão por aí, por aqui, pertinho, pertinho.

2006 foi um ano gordo de amigos pra toda a vida.

2007 me trouxe Julinha, e essa vale por um bom número de pessoas. E vai comigo, assim como Veneceous, discutindo coisinhas japonesas, Sylar, Izzie e Meredith, discutindo mercado de trabalho, me ensinando toda vez como é que faz o link abrir outra página, o bendito do target blank. Teve outras pessoas, of course. Ilminha, como não pensar nela? Mas, de resto, salvo só essas duas.

2008 me trouxe gente nova de verdade. Outra cidade, outro mundo. Gente do Rio, de Minas, de São Paulo mesmo. Já contabilizo 4 queridos por toda a vida. E alguns outros com potencial. Mais legal ainda foi 2008 me trazer meio que de volta gente perdida lá em 2003. Não de volta DE VOLTA, mas taí um começo que eu gosto de ver. Um recomeço. Quem sabe pro próximo ano.

Pra 2009, eu espero um ano gordo como foi 2006, com a importância dos que chegaram em 2007 e a novidade dos que vieram em 2008. Gente que eu nem conheço ainda. E, que daqui a um ano, possivelmente, serão favoritas no mundo todo.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

new resolution


but, mostly, learn when it's ok to come back. =]

*
daqui, de novo.